Resenha: Pactos Mortais
- Renata Costa

- 14 de mar. de 2025
- 2 min de leitura
Querido leitor,
Quero começar dizendo que essa foi uma leitura cinco estrelas, apesar de algumas pontas soltas. Mas isso não foi um problema, porque algumas experiências de leitura valem mais do que as perguntas que ficam. Espero que curtam a Resenha: Pactos Mortais.

Tenho muitas dúvidas na minha cabeça sobre diversas coisas. A maior delas é como algumas pessoas conseguem criar histórias tão incríveis. Por exemplo, Harry Potter: como a J.K. Rowling imaginou esse mundo maravilhoso que tantas pessoas amam? (Me incluo nisso!) Essa foi a grande pergunta que ficou na minha cabeça depois dessa leitura. Como Steve construiu essa história? Ele começou pelo final e depois foi planejando tudo?
Tenho uma mania horrível de contar quantas páginas faltam para terminar o livro e, quase sempre, acabo pegando spoiler. Dessa vez, não foi diferente—mas, por incrível que pareça, não peguei nenhum! Imaginei várias possibilidades, mas nada do que pensei aconteceu. Que doideira! Foi uma experiência de outro mundo.
Recentemente, vi muita gente comentando sobre um autor que não aceita receber menos de cinco estrelas. Isso gerou bastante discussão. A experiência de leitura é muito pessoal. Vi muitas pessoas dando quatro estrelas para esse livro devido às "pontas soltas", mas isso não me incomodou. Acho que, depois da ressaca literária que tive em fevereiro e da sensação deliciosa de finalmente me envolver com uma boa história, minha experiência foi ainda melhor—e por isso dei cinco estrelas.
Eu sonhei com esse livro. Sonhei que tive o mesmo “fim” de uma das personagens e acordei assustada. Muito doido, né? Vocês já tiveram uma conexão com um livro assim? Já sonharam com alguma cena ou personagem?
Podemos fazer isso de verdade. Podemos trocar assassinatos.
Nossa história começa com Amanda, uma das protagonistas. Ela tinha uma família perfeita: uma filha adorável e um marido que amava ser pai. Os três eram muito presentes na vida um do outro. Mas, em um dia trágico, seu marido levou a filha para o parque e, num momento de distração, um homem a sequestrou. O desespero tomou conta da família. Uma semana depois, encontraram o corpo da menina, e seu marido, devastado pela perda, tirou a própria vida.
Desculpa. Eu realmente não quis ultrapassar o limite. É que eu não sabia que ele existia.



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